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	<title>SOTEROPOLITANOS</title>
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		<title>SOTEROPOLITANOS</title>
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		<title>Cultura e arte na universidade</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 22:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>

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		<description><![CDATA[
por Caique Gonçalves
A cada pincelada, cada poesia recitada, através de qualquer forma de arte, a essência da vida é retratada através da subjetividade e das mãos do homem. A complexidade e até mesmo sua aparente irracionalidade pode servir para estimular o cérebro, o raciocínio, desenvolvendo outras potencialidades no ser humano. A Universidade como um lugar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdocabula.wordpress.com&blog=1555229&post=79&subd=soteropolitanosdocabula&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify"><a href="http://bp0.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5jD4Bl-NI/AAAAAAAAA0Y/u8OACERtZZo/s1600-h/uneb2.jpg"><img border="0" src="http://bp0.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5jD4Bl-NI/AAAAAAAAA0Y/u8OACERtZZo/s320/uneb2.jpg" style="display:block;text-align:center;margin:0 auto 10px;" /></a></p>
<p align="justify">por Caique Gonçalves</p>
<p align="justify">A cada pincelada, cada poesia recitada, através de qualquer forma de arte, a essência da vida é retratada através da subjetividade e das mãos do homem. A complexidade e até mesmo sua aparente irracionalidade pode servir para estimular o cérebro, o raciocínio, desenvolvendo outras potencialidades no ser humano. A Universidade como um lugar que se destina a formação de cidadãos e profissionais de todas as áreas do conhecimento, não deve funcionar somente como uma forma de interação entre os seus alunos e o que lhes é ensinado na sala de aula. O seu papel social é mais abrangente, possibilitando que a discussão da cultura regional e da arte de uma forma geral irrompa o contexto acadêmico.<span id="more-79"></span><br />
<span class="fullpost"><br />
Localizada na Rua Silveira Martins, uma das mais movimentadas do bairro do Cabula, encontra-se o campus de Salvador de uma das maiores universidades do estado, a Universidade do Estado da Bahia (UNEB). A instituição localiza-se numa ampla área, repleta de árvores, compondo um ambiente harmônico e tranqüilo. A UNEB desenvolve atividades e ações no sentido de intercambiar a arte com a função acadêmica, assim como a valorização e incentivando a cultura regional. Através de exposições, mostras, seminários, palestras, oficinas, cursos, dentre outros, a participação nesses eventos é destinado não só aos estudantes da universidade, mas a qualquer integrante da comunidade. A divulgação dessas atividades é feita na própria universidade através de murais, cartazes, panfletos, ou seja, a divulgação interna. Para o público externo, os eventos são informados através do site (<a href="http://www.uneb.br/">http://www.uneb.br/</a>) e da sua assessoria de imprensa.</span><span class="fullpost">Nádia Hage Fialho, professora da UNEB e coordenadora do Curso de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade, afirmou que as instituições de ensino públicas têm uma função que vai além da esfera educacional, seu objetivo é mais abrangente, que vai desde a conscientização da comunidade, incentivo a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico. “No que concerne a cultura regional, a promoção de eventos culturais por parte da universidade avalizam não somente a sua importância no âmbito acadêmico, mas como também na formação do ser humano como um todo”, completa Nádia.</span><span class="fullpost"> </span><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></span></p>
<p align="justify">Geralmente os eventos são produzidos pelo Núcleo de Arte (NART) juntamente com a Pró-Reitoria (PROEX) da UNEB, como ocorreu com o I Salão de Novos, que consistia numa exposição de obras de arte de diferentes artistas plásticos já reconhecidos nacionalmente, a exemplo de Luiz Neto, Nilda Freitas e Glaucius Chaves, assim como de artistas baianos emergentes. De acordo com Simone Brandão, secretária do NART, que mesmo possuindo pouco conhecimento artístico, como ela própria salientou, afirmou também que os artistas baianos são muito pouco valorizados e o I Salão de Novos poderia funcionar como um incentivo para o aumento da produção artística no estado. A professora da UNEB e integrante do NART, Mônica Telles, acredita que além de funcionar como um apoio aos artistas locais, a exposição como foi promovida por uma universidade, possui uma grande significação no estreitamento dos laços necessário, das artes plásticas com a educação.<br />
<a href="http://bp3.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5ivoBl-MI/AAAAAAAAA0Q/5u8qewIFLfc/s1600-h/uneb.jpg"><img border="0" src="http://bp3.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5ivoBl-MI/AAAAAAAAA0Q/5u8qewIFLfc/s320/uneb.jpg" style="float:left;margin:0 10px 10px 0;" /></a><br />
O artista plástico Jorge da Anunciação, 58, é curitibano, mas mora há 35 anos em Salvador. Ele acredita que a educação deve sempre caminhar junto com a arte e a cultura. “A arte por si só é algo complexo, muitas vezes incoerente e de difícil compreensão e é justamente essa busca pelo seu entendimento que faz com que as pessoas desenvolvam o raciocínio, o poder de observação e análise, a tônica de qualquer aprendizagem está em tentar entender elementos que inicialmente não se encaixam, a arte e a educação se complementam nesse sentido”.</p>
<p align="justify"><strong>Cultura negra<br />
</strong>Como o campus de Salvador da UNEB está localizado na capital com a maior população negra do país, a instituição regularmente age na busca pela valorização e preservação da cultura negra, mas essa atitude não se restringe somente ao ambiente acadêmico, é necessário que atinja. a comunidade de uma forma geral. Ciente desse papel, a Editora UNEB lançou recentemente a coletânea infantil sobre a história dos Orixás, as publicações possuem uma estética bastante atraente ao público infantil, com várias ilustrações de características surrealistas. O autor da coleção é Fábio Lima, professor e mestre em Antropologia e doutorando em Estudos Étnicos Africanos. De acordo com ele, a cultura africana é bastante rica e complexa e é muito difícil <a href="http://bp3.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5iooBl-LI/AAAAAAAAA0I/D-esWHrK61A/s1600-h/uneb3.jpg"><img border="0" src="http://bp3.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5iooBl-LI/AAAAAAAAA0I/D-esWHrK61A/s320/uneb3.jpg" style="float:right;margin:0 0 10px 10px;" /></a>tornar de fácil compreensão para as crianças, talvez seja por isso que publicações nesse sentido se encontram com bastante dificuldade.</p>
<p align="justify">Róbson Couto, estudante do 5° semestre do Curso de Letras, 22 anos, acredita que a UNEB vem desempenhando um ótimo papel para a sociedade no que concerne à valorização da cultura regional, porém, segundo ele, a universidade peca na divulgação dos eventos, pois essa comunicação só se dá através de murais e do site da instituição. Mônica Fonseca, estudante do 2° semestre do Curso de Ciências Contábeis, 25, afirma que o corpo docente devia se preocupar em mobilizarem os estudantes, no sentido de participar de eventos culturais, ressaltando a importância de tais atividades para sua formação.<br />
(novembro de 2006)</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/79/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/79/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/79/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/79/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/79/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdocabula.wordpress.com&blog=1555229&post=79&subd=soteropolitanosdocabula&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Mercadinhos de bairro</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 22:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>

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		<description><![CDATA[por Larissa Souza
O bairro de Pernambués é bastante conhecido pelo seu show de seresta aos sábados, pela grande quantidade de motéis, pela sua localização, pelo número de moradores e pela sua dimensão territorial. Agora, são os mercadinhos do bairro que estão chamando atenção e movimentando a economia. Os mercadinhos ganharam proporções inesperadas. Em uma mesma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdocabula.wordpress.com&blog=1555229&post=78&subd=soteropolitanosdocabula&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://bp3.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5hsoBl-KI/AAAAAAAAA0A/mHMrIQ2ZJTw/s1600-h/mercadinho.jpg"><img border="0" src="http://bp3.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5hsoBl-KI/AAAAAAAAA0A/mHMrIQ2ZJTw/s320/mercadinho.jpg" style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" /></a>por Larissa Souza</p>
<p align="justify">O bairro de Pernambués é bastante conhecido pelo seu show de seresta aos sábados, pela grande quantidade de motéis, pela sua localização, pelo número de moradores e pela sua dimensão territorial. Agora, são os mercadinhos do bairro que estão chamando atenção e movimentando a economia. Os mercadinhos ganharam proporções inesperadas. Em uma mesma rua podem ser vistos diversos, bem próximos uns aos outros e todos vendendo bem. O atendimento personalizado e a qualidade são atrativos, mas o que mais chama a atenção do consumidor é o preço. <span class="fullpost"></span><span class="fullpost">São aproximadamente 11 mercadinhos e os que mais se destacam são: Mercado Ideal, Supermercado Pernambués, Compre bem e Ponta do Sol supermercados. O comodismo de ficar mais próximo à residência e as surpresas que os pequenos proprietários preparam para os clientes tem colaborado para esse crescimento.</span><span class="fullpost"> <span id="more-78"></span></span></p>
<p><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></p>
<p align="justify">Nesses mercadinhos é encontrada uma grande variedade de produtos, como frutas, verduras, cosméticos, carnes, frangos, calçados, pães, bebidas, artigos de papelaria, produtos de limpeza, entre outros. Outra coisa que chama a atenção do consumidor é que, assim como nos hipermercados, quando os produtos estão perto de vencer o prazo de validade, os proprietários diminuem o preço do produto para que não passe o prazo e eles sejam jogados fora.</p>
<p align="justify">Segundo Neuza de Jesus, caixa do Mercado Ideal que tem três filiais no bairro, essa proximidade entre os estabelecimentos não afeta os lucros, pois eles se localizam em áreas diversas do bairro, que é muito grande e, além disso, ajuda os moradores, pois a grande maioria dos funcionários residem no bairro. Alguns mercados, como são bem menores que os outros, utilizam como mão-de-obra basicamente parentes e/ou amigos dos proprietários. Moradora do bairro e dona do Point das Baianas, Lúcia da Silva diz que abriu o estabelecimento há oito anos como solução para a falta de emprego. “Aqui trabalha eu e meu irmão e o que ganhamos dá para viver dignamente”, afirma.</p>
<p align="justify">“Sou compradora assídua dos mercadinhos, todos os dias compro alguma coisa, pois sempre que percebo estar faltando algo em minha residência”, diz Maria das Graças Estrela, 45.</p>
<p align="justify">Todos os estabelecimentos funcionam todos os dias da semana, das 7h às 21h, sendo que aos domingos e feriados funcionam até às 13h. Final de semana e feriado são os dias em que os mercadinhos recebem o maior fluxo de pessoas, pois são nesses dias que os trabalhadores têm tempo para fazer suas compras da semana ou do mês. “Faço as compras do mês no bairro e além de conhecer o dono do mercado, os preços são mais baixos e são aceitas todas as formas de pagamento como nas grandes redes de supermercados”, diz Douglas Magalhães, 24.</p>
<p align="justify">Nos mercadinhos são aceitos ticket alimentação, vale transporte, cheque e todos os cartões de crédito, com exceção do Hipercard, que é de uma rede de hipermercado. Com todos esses tipos de pagamento, aquela “história” de comprar e colocar na caderneta acabou, pois o fluxo de consumidor é muito grande e os proprietários não querem ficar no prejuízo devido à inadimplência.</p>
<p align="justify">Para afastar a concorrência e despertar o interesse do consumidor, eles fazem promoções no dia das crianças, dia dos pais, dia das mães ou até mesmo quando percebem que o movimento está fraco. Entre os itens sorteados estão ursos, bicicleta, conjunto de faqueiro, panelas de pressão, cesta básica entre outros. Para concorrer, o cliente deve comprar algo de um determinado valor, ganha o cupom e espera o sorteio.Irene Valeriana, 50, diz que quando há promoções de carnes e frangos nos grandes mercados ela “corre” para lá, pois os preços realmente são vantajosos, mas com relação a frutas e verduras ela prefere comprar no próprio bairro, pois sempre estão fresquinhos.</p>
<p align="justify">Nesses mercadinhos também são feitas entrega em domicílio. “Nosso carro está sempre preparado para levar o cliente com suas compras até sua residência”, explica Neuza de Jesus do Mercado Ideal. “Uma das vantagens de comprar em mercadinho de bairro é a localização, pois, como o mercado é próximo a minha casa, não é necessário gastar dinheiro com táxi ou ônibus”,<a href="http://bp0.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5hi4Bl-JI/AAAAAAAAAz4/CLU-Q7kltCY/s1600-h/S1010007.JPG"><img border="0" src="http://bp0.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5hi4Bl-JI/AAAAAAAAAz4/CLU-Q7kltCY/s320/S1010007.JPG" style="float:right;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" /></a> diz Ângela dos Santos, 30.</p>
<p align="justify">Uma das novidades dos mercados são o guarda-volume. Antigamente eram usadas fichas presas às sacolas, mas agora estão disponíveis armários onde o cliente pode guardar seus bens e levar a chave. “Agora o cliente fica mais tranqüilo, pois sabe que seus bens não estão guardados com um simples pregador. A única coisa que não gostei é que, se perder a chave, o cliente tem que pagar R$ 3 para conseguir retirar os objetos do armário”, explica Joel Lopes, 60.</p>
<p align="justify">Segundo alguns funcionários, atraídos pelo preço, os clientes vêm da Pituba, Cabula, Saramandaia, Bonocô, entre outros. Muitas vezes, eles estão de passagem pelo bairro, visitando algum amigo ou parente, passa no mercado, gosta do preço e vira freqüentador do mercado.</p>
<p align="justify">Muitos moradores de Pernambués vivem do setor comercial com suas lojas, armarinhos, mercados entre outros. Assim, o comercio local vai se desenvolvendo suprindo as necessidades dos moradores e visitantes bairro. Chamando atenção com o atendimento personalizado, proximidade e atendendo a demanda local.<br />
(novembro de 2006)</p>
<p></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/78/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/78/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/78/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/78/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/78/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdocabula.wordpress.com&blog=1555229&post=78&subd=soteropolitanosdocabula&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Lan houses se proliferam no bairro de Pernambués</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 22:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
				<category><![CDATA[CIDADE]]></category>

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		<description><![CDATA[por Leandro Santos
Quando andava pelas ruas do bairro de Pernambués em busca de algo que rendesse uma boa matéria, percebi que uma nova oferta de serviço cresce em todos os bairros de Salvador. Falo em nova oferta por que há alguns anos atrás quem não tivesse o seu próprio computador em casa não tinha condição [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdocabula.wordpress.com&blog=1555229&post=77&subd=soteropolitanosdocabula&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify">por Leandro Santos</p>
<p align="justify">Quando andava pelas ruas do bairro de Pernambués em busca de algo que rendesse uma boa matéria, percebi que uma nova oferta de serviço cresce em todos os bairros de Salvador. Falo em nova oferta por que há alguns anos atrás quem não tivesse o seu próprio computador em casa não tinha condição de acessar a internet, fazer trabalhos escolares, digitar currículos, etc. Hoje, as lan houses oferecem esses e outros serviços. <span class="fullpost"></span><span class="fullpost">É grande o números de lan houses no bairro de Pernambués. De início, fui a Shalon presentes, uma lan house que também funciona como uma loja de artigos para presentes em geral. O proprietário Giovane Santana, 34 anos, sempre trabalhou no ramo de informática e há um ano resolveu abrir uma lan house. Ele afirma que hoje existem só no bairro de Pernambués cerca de 25 de acordo com um levantamento feito por ele.<span id="more-77"></span></span></p>
<p><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></p>
<p align="justify">A Shalon presentes conta com 10 computadores, um local pequeno porém muito confortável de frente para rua, muito movimentado. Giovane dividia a sua atenção entre nos conceder a entrevista e atender aos clientes. Ele afirma que ao longo de um ano a Shalon Presente ainda não passou por nenhuma dificuldade, dando a entender a clientela mesmo com a grande oferta de lan house no bairro, é muito fiel.</p>
<p align="justify">Na mesma rua onde está localizada a Shalon presentes, alguns metros depois se encontra a Inter House Games, Sandra Santos que é funcionária do estabelecimento afirma: “O mercado está saturado, e em conseqüência disso ocorre uma verdadeira guerra de preços”. Na Inter house é cobrado um valor de r$ 1,20 para o acesso a internet, mas Sandra afirma que existe uma variação considerável de preços com estabelecimentos que chegam a cobrar até R$ 2.</p>
<p align="justify">Mesmo considerando o fato de que cada vez mais as pessoas estão adquirido seus computadores, Sandra afirma que os clientes não deixaram de ir as lan houses. Em sua opinião, as crianças, que são grande parte de sua clientela, têm a necessidade de sair de casa, encontrar amigos, se socializar. Um fato que pode justificar essa preferência das crianças pelas lan houses é a oportunidade de nos games jogarem um time contra o outro, é essa interação que diferencia as lan houses.</p>
<p align="justify">A Inter house possui um sistema de segurança interna. Uma câmera garante a segurança do estabelecimento, mas Sandra afirma que a falta de segurança no bairro tem sido um grande problema. Ela informa que o próprio funcionamento da lan house varia de acordo com a movimentação no local: “Existem dias que fechamos horas antes do previsto em conseqüência da onda de assaltos que assustam comerciantes e moradores do local”.</p>
<p align="justify">Os idosos também fazem parte da clientela da Inter house. A maioria faz pesquisas e consultas de diversos serviços. Sandra chama a atenção para a dificuldade que as pessoas com idade elevada têm para acessar a internet. Ela afirma estar sempre disposta a auxiliá-los quando preciso.</p>
<p align="justify">A aposentada Maria Santos, 54 anos, afirma que pelo fato de não ter computador em casa, utiliza os serviços de lan houses, mas ainda tem algumas resistências quanto a utilização de alguns serviços pela internet. Ela não faz nenhum tipo de pagamento ou transferências. Mas reconhece a utilidade dessas novas tecnologias: “Muitas vezes facilita a nossa vida que é tão corrida”, afirma.</p>
<p align="justify">Com relação ao crescimento ou não do serviço de lan house no bairro de Pernambués, Sandra afirma ainda não ter um balanço, pois a Inter house foi ali instalada há cerca de 6 meses, mas a atendente não é muito otimista com relação ao futuro das lan houses no bairro. Segundo ela, a oferta é muito grande para a demanda. Ela chama a atenção para bairros que estão carentes desse tipo de serviço como o de Mussrunga: “Lá quase não tem lan houses, tentamos instalar uma, mas não conseguidos arrumar um lugar adequado”, afirma.</p>
<p align="justify">O conceito de lan house foi criado na Coréia em 1996 e introduzido no Brasil em 1998, portanto é algo novo e que segundo especialista tende a crescer no país. Hoje, não existe uma legislação para lan house no Brasil, mas quem tiver interesse em investir em um negócio como esse deve estar atento ao procedimento de abertura de firma e estar nos parâmetros do código atual. Empresas oferecem assessoria para quem tem interesse em instalar uma lan house, toda a orientação é passada pela internet em diversos sites.<br />
(novembro de 2006)</p>
<p></span></p>
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		<title>Música e meio ambiente</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 21:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
				<category><![CDATA[PERFIS]]></category>

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		<description><![CDATA[por Caique Gonçalves
Músico, empresário, agrônomo, pai de família, nordestino, essas são as várias facetas de Roberto Possidio, pernambucano de Petrolina, 41, casado há vinte e dois anos, pai de dois filhos, morador do bairro de Pernambués em Salvador. Ele se mudou juntamente com a família para a capital baiana em 1994, onde já havia estudado [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdocabula.wordpress.com&blog=1555229&post=76&subd=soteropolitanosdocabula&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify"><a href="http://bp3.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5fUoBl-II/AAAAAAAAAzw/y42eWWN-Y2I/s1600-h/perfil-caique.jpg"><img border="0" src="http://bp3.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5fUoBl-II/AAAAAAAAAzw/y42eWWN-Y2I/s320/perfil-caique.jpg" style="float:right;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" /></a>por Caique Gonçalves</p>
<p align="justify">Músico, empresário, agrônomo, pai de família, nordestino, essas são as várias facetas de Roberto Possidio, pernambucano de Petrolina, 41, casado há vinte e dois anos, pai de dois filhos, morador do bairro de Pernambués em Salvador. Ele se mudou juntamente com a família para a capital baiana em 1994, onde já havia estudado durante um ano e era o lugar onde sempre vinha passar as férias. Moravam em Juazeiro, no extremo norte da Bahia, cidade vizinha à Petrolina, separadas apenas por uma ponte. “Resolvi vir para Salvador para me dedicar à música e ficar mais perto do mar”, afirma Possídio.<span class="fullpost"></span><span class="fullpost">Desde pequeno sempre teve contato com a música, seu pai tocava violão na varanda de casa, principalmente nos dias em que faltava luz. “Eu achava muito bonito, mas ele não me ensinava nessas horas, pois eu não conseguia enxergar o instrumento” (risos) completa. Aos nove anos, na casa de um vizinho, observou ele tendo uma aula de violão, ficou prestando atenção nos acordes que ele tocava e foi correndo para casa procura do instrumento de seu pai. “Quando meu pai chegou em casa ficou bastante surpreso ao me ver tocando ‘A montanha’ de Roberto Carlos’, a partir daí nunca mais larguei o instrumento”, conta.<span id="more-76"></span></span></p>
<p><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></p>
<p align="justify">Na adolescência tocava com os amigos e era sempre chamado nos eventos da escola. Passou a tocar em barzinhos, boates, hotéis e eventos nas cidades de Juazeiro e Petrolina, como Carnaval e São João. Paralelamente à carreira musical, dedicava-se à faculdade de administração de empresas, porém não sentia grande entusiasmo com o curso. E achou que na agronomia poderia fazer um trabalho interessante, especializando-se na agricultura orgânica. “Na fazenda de meu pai, em Curaçá na Bahia, devido às dificuldades de mercado na época, não consegui apoio para implementar um sistema orgânico”, afirma Possidio.</p>
<p align="justify">No seu percurso musical Roberto Possidio teve a oportunidade de subir nos palcos com grandes artistas como Carlinhos Brown, Ivete Sangalo, Armandinho, além de conviver também com o circuito alternativo de Salvador. Possui uma empresa de sonorização de médio-porte. Sua primeira composição foi aos 14 anos, mas não deu prosseguimento. “Achava que minhas músicas estavam muito aquém das composições de músicos que eu gostava de ouvir como Chico Buarque, Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Novos Baianos, dentre tantos outros”.</p>
<p align="justify">A lembrança mais marcante que ele tem de sua infância é o quintal da casa de sua avó materna. “Dentro daquele quintal eu encontrava um universo de brincadeiras e mistérios” afirma. Do quintal da casa de sua avó avistava o rio São Francisco, brincava com animais, cachorros, tartarugas e coelhos, além de subir na goiabeira. De acordo com Possidio, esse ambiente permanece até hoje consigo, através de suas músicas que retratam preponderantemente o rio São Francisco, a natureza e a vida simples das populações ribeirinhas.</p>
<p align="justify">Atualmente Possidio é guitarrista do Bando Virado no Mói de Coentro, grupo de música nordestina que tem a proposta de difundir a cultura musical do nordeste, incorporando ritmos como o maracatú, o baião, o xote e o xaxado. Paralelamente ele desenvolve outro trabalho com a banda Zangaboa, no qual é vocalista e guitarrista, o grupo apresenta um repertório pop com influência da música nordestina, através de composições de Possidio e de releituras.</p>
<p align="justify">Além da carreira artística, Roberto Possidio desenvolve sua primeira atividade como agrônomo, desde que se formou. Atualmente ele é técnico ambiental. “Presto serviço na área de consultoria ambiental para duas mineradoras Capixabas com sede aqui na Bahia, através da elaboração de projetos de recuperação de áreas degradadas”, informa Possídio.</p>
<p align="justify">Ele conta que a música também teve participação para ele desenvolver essa atividade. De acordo Possidio, ele estava no aeroporto com seu instrumento esperando seu vôo quando uma pessoa veio falar com ele, querendo saber que instrumento era aquele, se tratava de um dos donos da mineradora que tinha a música como hobby , desde então se tornaram amigos. Após um ano e meio, Roberto foi convidado para exercer pela primeira vez uma atividade relacionada à sua formação acadêmica, atividade esta que vem desenvolvendo paralelamente à carreira musical. “Minha vida seguiu o caminho do rio”. completa.<br />
(novembro de 2006)</p>
<p></span></p>
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		<title>Feira livre</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 21:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
				<category><![CDATA[CIDADE]]></category>

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		<description><![CDATA[por Marcelo Campos
Os primeiros raios de sol e a movimentação de pessoas contrastam com o silêncio de um novo dia que inicia. Essa é a rotina que se repete todos os sábados para os moradores do Cabula VI, a procura de menor preço e qualidade entre frutas e verduras oferecidas em uma feira livre instalada [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdocabula.wordpress.com&blog=1555229&post=75&subd=soteropolitanosdocabula&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify">por Marcelo Campos</p>
<p align="justify">Os primeiros raios de sol e a movimentação de pessoas contrastam com o silêncio de um novo dia que inicia. Essa é a rotina que se repete todos os sábados para os moradores do Cabula VI, a procura de menor preço e qualidade entre frutas e verduras oferecidas em uma feira livre instalada em um estacionamento no final de linha do bairro. Mesmo com opções de mercados espalhados por todo o local, a busca do consumidor em economizar com gêneros alimentícios nas despesas do lar é muito evidente.<span class="fullpost"></span><span class="fullpost">Donas de casas mantêm o hábito de realizarem as suas compras de hortifrutis em feiras livres, acreditando que esses alimentos são mais puros e saudáveis vindos diretamente da colheita de pequenos latifundiários. Esse costume da população urbana vem justamente das cidades menores, onde geralmente acontecem uma vez por semana uma feira livre que é instalada em um quarteirão, rua ou praça. A versão da feira na capital repete o mesmo costume do interior, oferecendo as mais variadas hortaliças e produtos da fazenda.<span id="more-75"></span></span></p>
<p><span class="fullpost"> </span><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></p>
<p align="justify">A feira, que não tem o mesmo tamanho de uma do interior, sai da cidade de Terra Nova-BA, às 2h do sábado em um caminhão, dirigido pelo próprio feirante, Julival dos Santos Barbosa, 55, que trabalha em feira livre desde os 10 anos. Homem alto, forte, de aparência nordestina, é dono de uma simpatia contagiante que garante uma clientela assídua todo o sábado. Julival não tem empregados, conta com a ajuda da esposa, Evanice Barbosa, 54, do genro e de quatro filhos que o acompanham nessa jornada de trabalho que se estende até às 2h da tarde.</p>
<p align="justify">O feirante chega ao local pouco mais das 4h da manhã e arma no estacionamento cinco barracas, cobertas com uma grande lona de plástico. As bancas são arrumadas cuidadosamente por toda a família, frutas e verduras são separadas dando um ar de organização. A melancia por exemplo é cortada em fatias, ficando exposta ao cliente que é atraído pela aparência e aroma que é desprendido da fruta. As Laranjas são colocadas ao chão sobre uma grande lona e são vendidas por unidade, 10 por R$1,00. Já a banana é vendida à dúzia, que custa R$1,20. E segundo Julival é uma das frutas mais procurada pelos seus clientes.</p>
<p align="justify">Maria das Graças Cunha, 53, aposentada, moradora do bairro do Cabula VI há 20 anos, para na banca das frutas por não resistir ao aroma agradável da melancia. E relata, “Gosto de comprar na feira não somente por lembrar da minha cidade, mas por achar os preços mais baixos e também por poder pechinchar”, natural da cidade de Euclides da Cunha, no sertão da Bahia, ela diz que veio morar na capital aos 15 anos e uma das coisas que mais sentiu falta da sua cidade foi à feira nos dias de sábado, que costumava freqüentar com seus pais e os três irmãos menores. “Acordava cedo, usava o melhor vestido e acompanhava os meus pais nas compras de frutas e verduras na feira de Euclides”, conta.</p>
<p align="justify">Porém, explica ela que esse era um hábito comum das famílias daquela cidade, inclusive acontecia o encontro de pessoas que não se viam durante a semana. E o mesmo, a dona de casa preserva nos dias atuais, sendo que agora não usa o melhor vestido, comenta ela sorridente. Acorda cedo, prepara sua sacola e um carrinho para transportar suas compras. Chega à feira às 6h e já encontra um grande número de pessoas que se movimentam de lado para o outro, avaliando frutas e verduras para realizarem uma boa aquisição.</p>
<p align="justify">A movimentação na “feirinha” do Julival, conhecida por todos no bairro, tem maior fluxo entre as 6h e 12h da manhã. Após esse horário quase não são encontrados produtos da feira. O que sobra já não tem a mesma qualidade das primeiras que foram vendidas no inicio da manhã. Geralmente são frutas muito verdes ou maduras demais. Que às vezes também tem clientela garantida. É o que confirma Manoel Almeida, 38, comerciante, ele diz que compra mamão e banana bem maduros para alimentar um casal de jabuti que cria no quintal de sua casa. “Faço minha compra bem cedo, depois deixo pra comprar a comida dos meus jabutis no final da feira, pois adquiro algumas frutas por quase nada”, comenta.</p>
<p align="justify">Aproximando às 2h da tarde o comerciante e sua família começam a arrumar tudo em cima do caminhão. Desarmam as tendas e enrolam as grandes lonas, em seguida verificam o que pode ser aproveitado e fazem promoções atraentes para venderem o que sobrou aos clientes retardatários. O restante das sobras são feitos doações a pedintes que marcam presença todos os sábados para se beneficiarem com a benevolência do Julival.</p>
<p align="justify">Pronto, tudo arrumado no caminhão, o comerciante e toda a família se preparam para a viagem de volta a sua cidade. Limpam todo o local onde foi armada a barraca e colocam todo o lixo em sacos grandes. Finalmente após um dia de trabalho todos embarcam cansados no caminhão, porém satisfeitos com o lucro obtido pelo fruto de um dia trabalho que se repete toda a semana. Ali, no final de linha do Cabula VI.<br />
(novembro de 2006)</p>
<p></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/75/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/75/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/75/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdocabula.wordpress.com&blog=1555229&post=75&subd=soteropolitanosdocabula&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Preços baixos e novidades</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 21:54:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>

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		<description><![CDATA[por Ana Lúcia Oliveira
Quem visita Pernambués pela primeira vez fica encantado com a novidade encontrada por lá. São encontrados vários tipos de comércio e quem mais se destaca são os armarinhos, que oferecem produtos baratos de primeira qualidade. Para quem já se cansou de fazer compras mesmo local e quer fazer economia, esses estabelecimentos podem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdocabula.wordpress.com&blog=1555229&post=74&subd=soteropolitanosdocabula&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify"><a href="http://bp0.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5eU4Bl-HI/AAAAAAAAAzo/sRI8tTaMbw8/s1600-h/armarinho.jpg"><img border="0" src="http://bp0.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5eU4Bl-HI/AAAAAAAAAzo/sRI8tTaMbw8/s320/armarinho.jpg" style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" /></a>por Ana Lúcia Oliveira</p>
<p align="justify">Quem visita Pernambués pela primeira vez fica encantado com a novidade encontrada por lá. São encontrados vários tipos de comércio e quem mais se destaca são os armarinhos, que oferecem produtos baratos de primeira qualidade. Para quem já se cansou de fazer compras mesmo local e quer fazer economia, esses estabelecimentos podem ser uma opção a mais. <span id="more-74"></span></p>
<p><span class="fullpost"></span><span class="fullpost">Antigamente eles só vendiam material para costura. Mas esses estabelecimentos foram se aperfeiçoando, para atender a exigência do público. Hoje são encontrados de artigos domésticos a material escolar. Eles abrem de segunda à sexta, das 8h às 21h. Sendo que finais de semana e feriados eles funcionam em horário diferenciado das 8h às 14h. A expectativa é que o número de visitantes nesses dias seja maior. Em todos esses locais são aceitos vários cartões de crédito. A partir de R$3, na maioria deles as compras podem ser feitas através de cartões ou a dinheiro.</span><span class="fullpost"> </span><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></p>
<p align="justify">“Na minha loja vende de tudo: flores, brinquedos para criança, panelas, baldes tudo que é necessário para utilizar em casa”, diz Daniel Ferreira, dono do Armarinho Dani Import. Feliz da vida pelo progresso no ramo comercial, Daniel afirma que não tem curso superior, mas administra bem a sua loja, por ter no sangue o dom de comerciante. “Sou feliz, gosto do que eu faço. Não sei se é porque toda minha família é comerciante e por isso herdei a genética de lidar com o público. Apesar de alguns clientes serem muito exigentes, eu não deixo que eles saiam sem o produto, por que eu sei que a presença deles é fundamental no funcionamento de minha loja”, explica Ferreira.</p>
<p align="justify">Já Admir e Eliana Laranjeira, donos do Armarinho Miscelânea, são muito sigilosos no momento de revelar qual o produto é mais vendido na loja. Fazendo um ar de mistério, Eliana aos poucos vai revelando o segredo de como atrair os clientes até a sua loja. “A mágica e ser educada, manter um ambiente agradável com os funcionários e clientes. Saber recepcioná-lo, oferecendo água ou cafezinho sempre é muito bom”, diz Eliana.</p>
<p align="justify">Educadamente, Eliana interrompe a entrevista para dizer a uma cliente da loja que estava realizando as compras que, acima de R$ 30, o produto seria dividido em três vezes com direito a embrulho grátis para presente e brindes. Sorridente, Eliana afirma que na loja dela recebe todo tipo de público: mulher, criança, idosos e jovens. “É para o cliente voltar, trazendo uma amiga, vizinho ou até o mesmo parente para realizar as compras em minha loja”. Ela afirmou que o movimento de sua loja é tão grande que desperta a curiosidade de seus concorrentes, que chegam a mandar alguém disfarçado para saber qual é o segredo.</p>
<p align="justify">No armarinho Casa da Utilidade, trabalham quatro pessoas, explica Angélica, dona do estabelecimento. Ela também afirmou que 30% dos compradores da loja são pessoas do bairro e 20% são pessoas de bairros diferentes. Angélica revelou que os produtos de sua loja vêm de outros estados e muitas vezes de cidades vizinhas. “O objetivo é atrair o público de todas as idades. Por isso é encontrado cosmético, artigo doméstico entre outras coisas”. Uma funcionária que preferiu não revelar o nome afirmou que os clientes são exigentes e que, quando o produto está mais caro do que em outra loja, o preço é diminuído para que o cliente volte outra vez. A cliente Lindinalva estava realizando suas compras e no momento deu para perceber que ela ficou encantada com a quantidade de coisas novas. Levou uma balde de R$ 5 e uma bacia de R$ 3 e produtos de cabelos.</p>
<p align="justify">Os comerciantes afirmaram que têm expectativa de que, no futuro, esse comércio venha a se expandir ainda mais, proporcionando rendimento para que o número de funcionários cresça, contribuindo para diminuir o índice de desemprego. Eles também acreditam que assim poderão oferecer aos seus clientes mais conforto e opções de escolha na hora de comprar o produto.<br />
(novembro de 2006)</p>
<p></span></p>
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		<title>Hospital público modelo</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 21:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Caique Gonçalves
Em meio a barracos e casas populares, uma construção destoa desse ambiente suburbano e simples da Estrada do Saboeiro, no bairro do Cabula, trata-se de uma imensa área, com cerca de 102 mil metros quadrados, somente ao passarmos pela guarita temos a real dimensão e magnitude do local. É praticamente uma cidade, ruas, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdocabula.wordpress.com&blog=1555229&post=73&subd=soteropolitanosdocabula&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify"><a href="http://bp1.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5drIBl-GI/AAAAAAAAAzg/q0N9cYVZvJI/s1600-h/betosantos.jpg"><img border="0" src="http://bp1.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5drIBl-GI/AAAAAAAAAzg/q0N9cYVZvJI/s320/betosantos.jpg" style="float:right;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" /></a>por Caique Gonçalves</p>
<p align="justify">Em meio a barracos e casas populares, uma construção destoa desse ambiente suburbano e simples da Estrada do Saboeiro, no bairro do Cabula, trata-se de uma imensa área, com cerca de 102 mil metros quadrados, somente ao passarmos pela guarita temos a real dimensão e magnitude do local. É praticamente uma cidade, ruas, ladeiras, dezenas de carros estacionados, o vai-vem de ambulâncias e táxis à espera de novos passageiros, ponto de ônibus e o intenso movimento de pessoas chegando, à espera nas filas ou indo embora. Algumas árvores, amendoeiras, coqueiros, não muitos, compõem o ambiente, algumas barracas de ambulantes, localizada perto do ponto de ônibus oferecem seus produtos àqueles que chegam ou estão a espera do ônibus. <span class="fullpost"></span><span class="fullpost">O que provoca toda essa movimentação num local isolado, fora do centro da cidade é o complexo do Hospital Roberto Santos que ocupa uma área de 32 mil metros quadrados, azulejado nas cores branco, azul e verde, no qual o prédio principal possui sete andares. Trata-se do maior hospital público do estado que atende diariamente de 450 a 500 pacientes. Da entrada ao prédio principal percorre-se uma distância de cerca de 200 metros, ao adentrar o local avista-se pessoas sentadas em cadeiras dispostas ao redor de aparelho de TV, enquanto outras tantas compõem quatro filas para receber informações sobre a instituição e permissão para visitar os pacientes e recebem um adesivo escrito “visitante” para que possam transitar pelas dependências do hospital.<span id="more-73"></span></span></p>
<p><span class="fullpost"> </span><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></p>
<p align="justify">Hospital público geralmente é sinônimo de falta de equipamentos, de leitos e infra-estrutura precária, porém o Roberto Santos surpreende a todos que o visitam pela primeira vez. José Carlos Cerqueira, 47, trabalha há vinte e sete anos na instituição, é coordenador de manutenção e aquisição de equipamentos médicos. Cerqueira é um negro de cabelos grisalhos, bem-humorado, se relaciona muito bem com todos os funcionários, por onde passa é reconhecido, cumprimentado, está sempre sorrindo, principalmente ao falar sobre a atividade que ele exerce no hospital, lugar que ele trabalha desde 1979, ano de inauguração do hospital, ajudou até a carregar os equipamentos para o interior do hospital. Todas as solicitações de compra e conserto de qualquer equipamento médico em todo o complexo hospitalar passa por suas mãos.</p>
<p align="justify"><a href="http://bp3.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5dloBl-FI/AAAAAAAAAzY/7p2ZfjubG2g/s1600-h/betosantos2.jpg"><img border="0" src="http://bp3.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5dloBl-FI/AAAAAAAAAzY/7p2ZfjubG2g/s320/betosantos2.jpg" style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" /></a>De acordo com ele, a instituição não enfrenta problemas de recursos, verba esta que vem do governo do estado, apesar da saúde ser municipalizada. “A prefeitura não está conseguindo alocar recursos suficientes para manter os postos médicos que possuem baixa complexidade, quem dirá um hospital como o Roberto Santos”, enfatiza Cerqueira. Só nos últimos 30 dias o hospital adquiriu um tomógrafo helicoidal. Com esse equipamento pode-se visualizar 60 imagens em 60 segundos de qualquer parte do corpo; 1 aparelho de raio-x ; um aparelho de raio-x portátil, seis ventiladores pulmonares, usados quando há casos de insuficiência respiratória, um aparelho de ultrassonografia colorido, que gera imagens, através de ondas sonoras, de estruturas internas do organismo; uma mesa de cirurgia elétrica com sistema de controle remoto, dentre outros.</p>
<p align="justify">Maristela Farias, 48, veio no hospital pra visitar seu filho que sofreu um acidente de moto, segundo ela o Roberto Santos é tão equipado e organizado que nem parece que é público. Visiane Almeida, 22, levou sua filha Renata de 3 anos que teve uma crise convulsiva à emergência pediátrica do hospital. “Aqui eu fico tranqüila porque minha filha além de ser bem tratada num vai estar num lugar onde não se misturam crianças e adultos”, afirma Visiane, referindo-se a emergência pediátrica, inaugurada há dois anos. <a href="http://bp1.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5dgIBl-EI/AAAAAAAAAzQ/YcZpwolnOUE/s1600-h/betosantos3.jpg"><img border="0" src="http://bp1.blogger.com/_973wIKk3WZc/Rq5dgIBl-EI/AAAAAAAAAzQ/YcZpwolnOUE/s320/betosantos3.jpg" style="float:right;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" /></a><br />
Enfermeira há 12 anos no hospital, Patrícia Almeida diz que o hospital vem conseguindo atender cada vez melhor a população e a infra-estrutura vem sendo melhorada constantemente, ela atribui essas melhorias à nova administração. “É constante vermos os diretores pelos corredores lutando pela resolução dos problemas, através do contato direto com os profissionais e isso é bastante motivador”, completa Patrícia.</p>
<p align="justify">O diretor administrativo do hospital, José Carlos de Carvalho Pitangueira, disse que o hospital, quando surgiu, não tinha o objetivo de atender a emergência, mas se consolidou no decorrer do tempo como uma referência no estado nesse sentido. O Hospital Roberto Santos possui o maior complexo de Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) de toda a Bahia, com 109 leitos e 630 leitos em todo o hospital. A instituição é ainda referência no estado em obstetrícia de alto risco, infectologia, e possui um dos bancos de olhos mais conhecido do país.</p>
<p align="justify">De acordo com Cerqueira, o único problema no momento é a peça do ar-condicionado da emergência que queimou, mas já está sendo providenciada outra. “Por ser um hospital público, atende na sua maioria àquelas pessoas quem não tem dinheiro para pagar um plano de saúde ou um hospital particular, mas muitas pessoas de classe média alta utilizam os serviços do Roberto Santos”, completa Cerqueira.<br />
(novembro de 2006)</p>
<p></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/73/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/73/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/73/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/73/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/73/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdocabula.wordpress.com&blog=1555229&post=73&subd=soteropolitanosdocabula&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Lutar, lutar e vencer</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 21:48:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Neise Silva Soares
Não há quem ande pelo bairro do Cabula VI e não conheça os projetos de Paulo José Machado Ramalho, mais conhecido como “Seu Paulo”. Um homem de 52 anos, alto, claro, que usa barba e de aparência física forte. Ele parece ter a vitalidade de um jovem de 20 anos. Afinal de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdocabula.wordpress.com&blog=1555229&post=72&subd=soteropolitanosdocabula&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify">por Neise Silva Soares</p>
<p align="justify">Não há quem ande pelo bairro do Cabula VI e não conheça os projetos de Paulo José Machado Ramalho, mais conhecido como “Seu Paulo”. Um homem de 52 anos, alto, claro, que usa barba e de aparência física forte. Ele parece ter a vitalidade de um jovem de 20 anos. Afinal de contas, Seu Paulo toma conta de vários projetos, criados por ele, que visam o bem coletivo da comunidade desse bairro. Entre os projetos está a Biblioteca Comunitária do Cabula VI, o Futebol Comunitário, os cursos grátis de eletricidade e hidráulica, além de fornecer cestas básicas para pessoas carentes. Ele, que só estudou até o segundo grau, demonstra nas conversas que isso não é uma barreira a sua bagagem cultural. <span class="fullpost"></span><span class="fullpost">Um dos principais projetos que desenvolve no bairro é a Biblioteca Comunitária do Cabula VI, projeto que começou há seis anos porque ele gosta muito de lecionar. “No início era uma lojinha que buscava ajudar pessoas carentes. Agora, o espaço um pouco maior conta com quase três mil obras catalogadas por matéria e por série”, conta ele com alegria. Paulo afirma que sua biblioteca é procurada por pessoas de todas as partes, comprovando através do cadastro, com 1224 inscritos: “Tem pessoas de diversos locais que vem pegar livros aqui. Vem gente da Mata Escura e do Imbuí até andando”. Quanto ao tempo que as obras passam nas mãos dos leitores, ele declara: “No começo não questionava a questão do tempo, mas agora estamos dando 15 dias e se a pessoa quiser continuar vem aqui e renova”.<span id="more-72"></span></span></p>
<p><span class="fullpost"> </span><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></p>
<p align="justify">A escolinha de futebol, projeto criado pensando no seu filho mais velho, que gostava do esporte, já conta com mais de 100 crianças. São diversos campeonatos que dividem as crianças por faixa etária: até 12 anos, de 12 a 15 e de 15 a 18. São oito times no campeonato e tem até um regulamento seguido rigorosamente por todos. Os jogos são executados aos sábados pela manhã num campo neste bairro.</p>
<p align="justify">A família de Paulo ajuda muito no desenvolvimento dos projetos. Paulo, 25 anos, e Rodolfo, 18 anos estão sempre se organizando para cuidar principalmente da biblioteca comunitária, quando o pai não pode ficar. O filho mais novo é quem mais apóia os trabalhos desenvolvidos pelo pai e, segundo ele, “sempre fica ajudando-o no dia-a-dia na biblioteca”. A mulher, Iva Ramalho, o chama de “Dinho”, desde a época em que namoravam, e ele retribui o carinho tratando-a de “Dinha”, mas só quando estão em clima de “love”. A sua mulher até faz propaganda com cartazes em frente à biblioteca dos produtos que vende. Para sobreviver, esse guerreiro de face alegre, mantém as despesas de casa trabalhando como eletricista.</p>
<p align="justify">Cada projeto é tratado com muito carinho e muita responsabilidade por Paulo e os moradores reconhecem seu esforço. A estudante e moradora do Cabula VI Ila Gomes, 19 anos, declara que: “É importante o trabalho que Paulo faz, pois tem benefícios para a comunidade, tanto sociais quanto culturais”. Já o morador André Santos afirma que a biblioteca proporciona aprendizado para todos os moradores do bairro além de ser um estímulo ao conhecimento. “Venho sempre estudar aqui todos os dias, com alguns colegas. Além de oferecer bibliografia que auxilia meu aprendizado, faz com que desenvolva as atividades escolares com mais tranqüilidade por ser um lugar apropriado para isso”, declarou ele.</p>
<p align="justify">Os projetos de Paulo não beneficiam somente a comunidade do Cabula VI. Ele também colabora com o Hospital Aristides Maltez através das notas fiscais que arrecada com o empréstimo dos livros. Porém, apesar de todas as realizações que já teve com o projeto, seu maior sonho ainda não foi conquistado por falta de patrocínio. Esse sonho irá ajudar muitas pessoas. Ele pretende transformar a biblioteca em um centro cultural que contará com aulas de música, ginástica rítmica para idosos e curso de informática.</p>
<p align="justify">Esse senhor com vitalidade de adolescente é orgulho para os moradores que acreditam no potencial do seu trabalho e para sua família. Cada etapa que dá certo é uma vitória que o ajuda a dar mais um passo adiante. Esses projetos incentivam o ego dos que participam e de Paulo, que chega a se emocionar ao ver a alegria das pessoas com sua ajuda. O projeto é uma troca e nessa troca ele vai convivendo, lutando e lutando em prol de ajuda para outras pessoas.<br />
(junho de 2005)</p>
<p></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/72/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/72/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/72/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/72/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/soteropolitanosdocabula.wordpress.com/72/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdocabula.wordpress.com&blog=1555229&post=72&subd=soteropolitanosdocabula&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Suando a camisa</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 21:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
				<category><![CDATA[ESPORTE]]></category>

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		<description><![CDATA[por Neise Silva Soares
O sol ainda não terminou de nascer. Muitos ainda dorme. Porém eles já estão “suando a camisa”. São os atletas do Cabula que antes das 6h da manhã já praticam exercícios físicos. O percurso preferido vai da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) à entrada do Saboeiro ou ainda em toda a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdocabula.wordpress.com&blog=1555229&post=71&subd=soteropolitanosdocabula&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify">por Neise Silva Soares</p>
<p>O sol ainda não terminou de nascer. Muitos ainda dorme. Porém eles já estão “suando a camisa”. São os atletas do Cabula que antes das 6h da manhã já praticam exercícios físicos. O percurso preferido vai da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) à entrada do Saboeiro ou ainda em toda a Avenida Edgar Santos. São jovens, adultos e idosos que buscam na caminhada uma forma de melhora física, mental e espiritual.</p>
<p><span id="more-71"></span><br />
<span class="fullpost"><br />
Muitos dos que praticam a atividade física são pessoas com mais idade que procura a prática para se ocuparem tanto física como mentalmente. É o caso da dona-de-casa Rute Conceição Dantas, 56 anos, moradora do Cabula há 25 anos. Embora caminhe há pouco mais de dois meses, ela é adepta da atividade física desde os tempos em que malhava na academia: “Apesar de caminhar irregularmente, caminho para me ocupar e me sinto bem quando me exercito”.</span><span class="fullpost">Há também aqueles que buscam o exercício como uma forma de melhorar dentro de si, como Zanad Pereira de Assis, 45 anos, há 20 morador do Cabula VI. Segundo ele, além de cuidar da saúde, a caminhada faz com que se sinta melhor consigo mesmo: “Eu gosto de malhar porque além de fazer bem para minha saúde, faz com que me sinta bem internamente, por isso já malho aqui há exatamente seis anos”.</span><span class="fullpost"> </span><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></span><span class="fullpost"></p>
<p align="justify">Porém o que se encontra em abundância, entre aqueles que praticam o exercício físico, é a obsessão pela perda de peso, a busca do corpo perfeito. Um desses exemplos é o da moradora do Doron Vilma dos Santos, 35 anos, que começou a malhar quando se olhou no espelho e percebeu que alguns quilos atrapalhavam a sua beleza. Para ela, “a vaidade feminina é um dos principais fatores responsáveis pelo grande número de mulheres malhando, além da idade, que é muito cruel”.</p>
<p align="justify">Existem aquelas pessoas que caminham por orientação médica para se prevenir ou controlar doenças indesejadas, como a obesidade. É o que declara a dona-de-casa Zenilda Machado Souza, 41 anos: “Apesar dos alertas que recebi do meu médico quanto ao aumento descontrolado do meu peso, a decisão de começar a fazer atividade física foi totalmente minha, pois não agüentava mais sofrer com as conseqüências do aumento do peso”.</p>
<p align="justify"><strong>Caminhada X Corrida</strong><br />
Há algumas diferenças entre a caminhada e a corrida. O professor de Educação Física, Anselmo Quinto, afirma que “na caminhada você tem uma resposta lenta, porém com segurança, dentro dos limites esperados. Tem-se uma atenção de observar a freqüência cardíaca com mais tranqüilidade e segurança. Na corrida, você tem uma resposta mais rápida, porém necessita de uma atenção redobrada no que diz respeito à observação das respostas de seu organismo. Basicamente os dois exercícios proporcionam bem estar, desde que sejam executados com segurança”.</p>
<p align="justify">A corrida é outro tipo de exercício muito praticado no Cabula. Entre os adeptos desse exercício, está Gilberto de Jesus, 31 anos, que mora num bairro próximo, vem toda a tarde praticar sua atividade física: “Moro na Mata Escura, porém corro no Cabula, pois apresenta melhores condições para a prática, além de ser um ambiente muito bom”, declara ele próximo ao Motel Bora-bora.</p>
<p align="justify">Mas para praticar a caminhada é preciso ter alguns cuidados. O professor de Educação Física Anselmo Quinto sugere seis cuidados importantes que se deve ter antes de iniciar as atividades físicas. “O primeiro é fazer exames médicos para saber se a pessoa está apta a executar esse tipo de exercício físico”. O segundo “é procurar um bom profissional de Educação Física para que ele faça um programa de atividades a depender das suas necessidades”. Ele declara que o terceiro é procurar exercer a atividade em um horário adequado, de preferência no início da manhã ou no fim da tarde. O quarto “é procurar um local arejado como uma praia ou um bosque”. O quinto diz respeito ao tênis. O professor sugere que se utilize tênis que tenham “baixo impacto”. O último é a prática do alongamento antes da atividade física para evitar lesões. Tomando “esses cuidados, as pessoas aproveitarão a caminhada da melhor maneira”, afirma o professor.<br />
(junho de 2005)</p>
<p></span></p>
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		<title>Entre expectativas e tristezas</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 21:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Soteropolitanos</dc:creator>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>

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		<description><![CDATA[por Ithana Grasciela

Um senhor simpático, de estatura mediana, com alguns cabelos grisalhos, Seu Germano Hélio da Silva, 54 anos, síndico do shopping Tropical, abriu um sorriso de orelha a orelha ao falar do êxtase que sentiu quando este shopping foi aberto há oito anos. O boom dos mini-shoppings no Cabula, a cerca de dez anos, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=soteropolitanosdocabula.wordpress.com&blog=1555229&post=70&subd=soteropolitanosdocabula&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify">por Ithana Grasciela</p>
<p align="justify">
Um senhor simpático, de estatura mediana, com alguns cabelos grisalhos, Seu Germano Hélio da Silva, 54 anos, síndico do shopping Tropical, abriu um sorriso de orelha a orelha ao falar do êxtase que sentiu quando este shopping foi aberto há oito anos. O boom dos mini-shoppings no Cabula, a cerca de dez anos, levou a construção dos shoppings Plaza, Tropical dentre outros trazendo alegrias e tristezas para quem investiu e acreditou num público que prestigiasse fielmente estes shoppings de bairro. <span class="fullpost"></span><span class="fullpost">Mais parece uma galeria do que um shopping. Um corredor rodeado de lojas pequenas de arquitetura uniforme, por uma academia e uma lanchonete, no final, compõe o único andar do shopping Tropical. Dois quiosques ao centro, banquinhos de concreto espalhados pelo corredor transmitem um ar de praçinha de interior. Alguns acham sua estrutura simples e precária, como é o caso de Agnaldo Batista, 43, freqüentador do shopping desde a sua abertura. “Não existe muitas opções de lazer como cinema, fast-foods, o estacionamento é pequeno e desconfortável”, disse.<span id="more-70"></span></span></p>
<p><span class="fullpost"> </p>
<p align="justify">Certos proprietários, como Dona Alda Alves e Seu Germano exercem também a função de vendedores das suas próprias lojas e falam da dificuldade de manter o estabelecimento aberto devido a pouca clientela que vai ao shopping. “Cada dia é uma luta, para vender algo é preciso muito pique e força de vontade”, afirma dona Alda. Já a academia e a lanchonete contam com serviço de funcionários e não reclamam da falta de clientes. “Prefiro vir nesta academia porque é mais próxima de casa e o atendimento é excelente”, diz Hiraildes Souza de Santana, 24 anos, moradora do Resgate há 20 anos e funcionária de uma vídeo locadora no Cabula.</p>
<p align="justify">Os shoppings de bairro surgiram para facilitar a vida das pessoas. Todavia, no início o interesse da população era maior em ir ao shopping por ser uma novidade no bairro. Com o passar dos anos as pessoas começaram a perder o interesse. “Eles surgiram com este intuito de facilitar a vida da população, mas hoje não se verifica isto na prática. O cotidiano e falta de variedade contribui para isto”, declara Seu Germano, proprietário de uma loja de calçados. Entretanto, apesar das dificuldades, ele cita bons momentos como o dia em que Margareth Menezes cantou no shopping durante o período de liquidações: “Era durante a época de promoção que fazíamos shows ao vivo aqui”, afirma.</p>
<p align="justify"><strong>Medo<br />
</strong>Na época em que havia uma loteria neste shopping os assaltos eram comuns. O medo era constante entre vendedores, funcionários e clientes, afirma Seu Germano: “Vivíamos com medo de que ocorresse uma troca de tiros e algum se ferisse ou morresse”. “Hoje após o fechamento da loteria os assaltos diminuíram e a segurança aumentou”, afirma o policial Josivaldo Carvalho, 31.</p>
<p align="justify">Ao lado dos outros shoppings da Avenida Silveira Martins, o shopping Plaza atrai a atenção, não apenas pelo espaço físico, mas também por ter um número de pessoas maior do que os seus vizinhos, os Shoppings Conexão e Tropical. Uma farmácia, dois bancos, uma praça de alimentação com televisão, um parquinho, um cursinho de pré-vestibular, uma banca de revista e as lojinhas em tons rosa em forma de casas e o chão calçado de paralepípedos caracterizam de forma tênue o shopping.</p>
<p align="justify">O empresário Caio Preihs, 32 anos, escolheu o shopping Plaza para instalar o cursinho por causa da sua localização e também pela promessa de crescimento do bairro. Além de empresário, Caio é formado em direito, mas trabalha como professor de português e redação e explica a dificuldade de manter não só o cursinho, mas outras lojas devido ao elevado custo do condomínio e dos produtos. Segundo ele, o padrão deste shopping encontra-se acima das condições da grande maioria da população deste bairro. “A tendência é ele acabar fechando, o movimento gira em torno dos alunos do cursinho e do pessoal que trabalha na Telemar”, diz. A promotora de vendas Núbia Ferreira, 25, vai sempre ao shopping e concorda com o alto preço das mercadorias. “Apesar de sua boa estrutura e da multiplicidade de lojas, os produtos são muito caros para um shopping local”, afirma.</p>
<p align="justify">A diretora do departamento de Marketing do Plaza, Tatiana Castelo Branco, confirma a carestia dos produtos. “São realizadas pesquisas semestrais e percebe-se que os preços estão altos, mas não podemos interferir no preço dos produtos”, alega. Mas ela afirma que o shopping não vai fechar e que ele tem um público significativo de visitantes. “O shopping foi instalado para a comunidade se sentir próxima, algo que fosse para os moradores e proporcionasse o bem estar deles”, declara.</p>
<p align="justify">Mas nem todos acreditam numa crise, ou numa tendência ao fechamento dos mini-shoppings. “Este shopping é bastante freqüentado principalmente aqui na banca há um grande número de pessoas que a freqüentam cotidianamente”, afirma Dona Mery Andrade, 52 anos, que possui uma banca de revista no shopping Plaza desde que ele foi inaugurado em 2000. A dona-de-casa Sônia Silva, 51 anos, que freqüenta a banca há quatro anos elogia o tratamento dado a ela neste shopping. “O que me traz a ir aqui não é somente a praticidade por está perto de casa, mas também o jeito como as pessoas te recebem e a receptividade é muito maior do que a dada em grandes shoppings”, declara.</p>
<p align="justify"><strong>Personalidades</strong><br />
Pessoas que ganham notoriedade na mídia, como cantores, músicos e artistas em geral atraem a atenção de muitas pessoas quando vão aos shoppings para comprar, comer e se divertir. Dona Edilena que trabalhou na limpeza do Plaza não esquece a emoção de ter visto Daniela Mercury e Gilmelândia da banda Beijo. “Sai correndo para poder abraçá-las, peguei um pedaço de papel e pede uma caneta emprestada para registrar aquele momento”, fala relembrando da cena que presenciou.</p>
<p align="justify">Muitos preferem ir aos shoppings locais pela simplicidade. “Apesar de serem um empreendimento comercial, os shoppings em bairros simples tratam as pessoas com mais atenção e simplicidade ao contrário do que costumo ver comumente em shoppings localizados em bairros nobres em que as pessoas reparam muito a imagem, as roupas que você veste”, comenta a bioquímica Sandra Almeida, moradora da Mata Escura próximo ao Cabula, que visita semanalmente o shopping.</p>
<p align="justify"><strong>Serviços<br />
</strong>Shopping Cabula Tropical<br />
Endereço: Rua Silveira Martins, 272<br />
Tel: (71)3431 7261<br />
Shopping Plaza<br />
Endereço: Rua Silveira Martins, 317<br />
Tel: (71) 3387-0162; 3385-9952<br />
(junho de 2005)</p>
<p></span></p>
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